De novo nos vemos diante de mais uma morte de um ícone da música, precocemente. Não se escolhe ser dependente quimico ou alcoolatra, é genetico e como tal se faz necessário tratar, cuidar, amparar, vigiar, apoiar, e estar presente, embora o comportamento de quem sofre deste mal seja indecifravel para os normais e dificil de se acompanhar. Falta equilibrio para gerenciar a vida de quem sofre disso, e pior ainda quando este ser se torna famoso, genial e não consegue encontrar as respostas de que precisa.
A solução para este problema, para as pessoas que padecem dele, é sempre a mesma, ou seja, a droga e a bebida, que juntas devastam qualquer corpo, por causa disso mais um genio da música se vai, vitima daquilo que pensam ser a respostas para suas dúvidas existenciais.











